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AATR concorre a prêmio de concurso fotográfico do Fundo Brasil de Direitos Humanos

O belo registro foi feito pela nossa associada, a jornalista e fotógrafa Morgana Damásio, na comunidade quilombola e pesqueira de Graciosa, em Taperoá (Baixo Sul da Bahia), durante celebração da comunidade pela finalização do seu protocolo autônomo de consulta prévia, livre e informada.


Mulheres da Águas | crédito: Morgana Damásio


A AATR está concorrendo ao prêmio Construindo Futuros Coletivos, concurso fotográfico do Fundo Brasil de Direitos Humanos, na categoria Grupos Apoiados, a partir desse belíssimo registro feito pela nossa associada, a jornalista e fotógrafa, Morgana Damásio. A fotografia foi realizada na comunidade quilombola e pesqueira de Graciosa, em Taperoá (Baixo Sul da Bahia), em um dia muito especial de celebração da comunidade pela finalização do seu protocolo autônomo de consulta prévia, livre e informada. A escolha é feita por meio de júri popular e a votação está aberta! Participe e nos ajude a endossar essa conquista que é, em especial, da comunidade. A votação vai até o dia 21 de novembro, registre seu voto AQUI!


O momento, que foi eternizado pelas lentes de Morgana Damásio, permeia o imaginário das lutas como uma lembrança da conquista dessa comunidade e das suas “Mulheres das Águas”. O olhar atento e afetuoso de uma criança reafirma a importância da construção coletiva do documento que é um instrumento de proteção do território tradicional contra políticas governamentais e empreendimentos privados que venham a restringir os direitos territoriais e ambientais ou prejudicar o trabalho da pesca artesanal.




A construção do protocolo, se iniciou ainda em 2021 a partir de reuniões e assembleias convocadas pela Associação dos Pescadores e Pescadoras Quilombolas de Graciosa (APPQG), onde moradores/as do quilombo contribuíram na construção dos termos do documento. A ação contou com a colaboração da Associação de Advogados/as de Trabalhadores/as Rurais (AATR) e da Universidade do Estado da Bahia (UNEB/Campus XV), com apoio de Misereor e Fundação Rosa Luxemburgo (FRL).


O quilombo Graciosa, território tradicional de pescadores e pescadoras artesanais, marisqueiras, agricultores/as familiares, foi uma das 09 comunidades que participaram do Ciclo de Formação sobre Protocolos de Consulta, realizado em 2021, pela AATR, Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais do Brasil (MPP) e Articulação Nacional das Pescadoras (ANP), com o apoio da FRL. Na ocasião, houve a partilha com comunidades tradicionais de outras regiões do país que já construíram seus protocolos de consulta e o estímulo para que fosse incorporado o instrumento na defesa territorial.


Conheça a cartilha fruto dessa experiência AQUI!

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